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segunda-feira, 25 de julho de 2011

ESBOÇO DE SERMÃO TEXTUAL POR INFERÊNCIA EM 2CO 3.1-11

A SUPERIORIDADE DA NOVA ALIANÇA (2CO 3.1-11)

INT.: Devido o homem ter se afundado no pecado desde Adão (apenas alguns poucos se preocupavam em agradar a Deus), e com isso ficar mais e mais distante de Seu Criador, a situação do homem para conhecer Deus foi se tornando cada vez mais crítica. Deus, sabedor de que o homem jamais iria por si mesmo voltar-se para Ele, já havia providenciado Jesus como solução para essa dificuldade. Entretanto, até que Jesus viesse, Deus trataria a humanidade de modo preparatório para a chegada de Seu Filho ao mundo. E esse modo incluiu alguns símbolos, algumas sombras que representassem Cristo. Alguns exemplos disso podem ser vistos no decorrer da história pelo agir de Deus. Escolheu Israel, como único povo exclusivo dEle, assim como mais tarde escolheria a Igreja como povo exclusivo. Regulamentou sacrifícios de animais que simbolizavam a morte de Seu Filho pelo Seu povo. Deu a lei escrita em pedras para orientação de Sua vontade a Seu povo, assim como no futuro escreveria em seus corações Sua vontade e lhes daria Seu Espírito a fim de que Sua Igreja pudesse cumprir essa vontade e assim por diante.

S. T.: É sobre isso que vamos falar. Como a lei escrita nos corações torna-se tão superior à lei escrita em pedras. Esta era uma sombra, aquela a realidade.

I – A NOVA ALIANÇA FORMA CARTAS VIVAS (v. 1-3)

1. A velha aliança, escrita em pedras era para que as pessoas lessem, guardassem e, cumprindo as ensinasse a seus filhos (Dt 6.1,2)

2. No entanto essa lei funcionava de fora para dentro. Era ler, ouvir, para guardar.

3. A nova aliança foi escrita de dentro para fora. Foi no coração para externar o que existe lá dentro – o Espírito que nos foi dado
    a) Deus já tinha prometido tal progresso (Jr 31.31-33; Ez 36.26,27)

4. Alegre-se, meu irmão, você é uma carta viva que pode externar o Espírito de Deus que em você habita!

II – A NOVA ALIANÇA GERA OUSADIA DEPENDENTE (v. 4-5,12)

1. Paulo tinha muita confiança em Deus por causa dessa revelação (v. 4,12)

2. No entanto, ele reconhecia que essa capacidade não vinha dele, mas de Deus (v. 5)
    a) O homem por si mesmo nada é (Sl 8.4)

3. Nós crentes devemos ser intrépidos, mas humildes, ousados, mas dependentes
    a) A ousadia faz parte da convicção
    b) A dependência a Deus faz parte da humildade (Tg 4.6)

III – A NOVA ALIANÇA GERA VIDA (v. 6)

1. Paulo foi habilitado a ser ministro de uma nova aliança, não da letra, pois desta Moisés foi ministro

2. A antiga aliança ministrada por Moisés (a letra) mata, mas a nova aliança, ministrada por Paulo (espiritual) vivifica
    a) Ela vivifica porque além de ter sido escrita no interior dos crentes, ainda foi dada juntamente com o Espírito Santo a fim de capacitá-los a fazer a vontade de Deus
    b) A antiga mata porque exigia obediência, mas não capacitava ninguém para isso

3. Todos os que querem viver pela lei buscam a morte, mas os que querem viver pelo Espírito alcançam a vida (Rm 7.5; 8.6)

IV – A NOVA ALIANÇA PRODUZ MAIOR GLÓRIA (v. 7-11)

1. Paulo reconhece que a antiga aliança produziu glória, pois o rosto de Moisés brilhou, apesar dessa glória ser desvanecente (Êx 34.29,30)
    a) Mesmo assim, Paulo chama a antiga aliança de “ministério da morte” (v. 7), “da condenação” (v. 9) e “o que desvanecia” (v. 11), mostrando a transitoriedade da lei, ou seja, Deus a usou como aio para chegar até o fim específico que é Cristo (Gl 3.24)

2. Já a nova aliança produzirá maior glória, pois não somente Paulo, mas todos os crentes são transformados de glória em glória até chegarem à imagem de Cristo (v. 18)
    a) Paulo chama a nova aliança de “ministério do Espírito” (v. 8), “ministério da justiça” (v. 9) e “permanente” (v. 11)

3. Nós, os crentes, devemos viver com esta aliança gravada no coração, pois esta glória que ela produz nos tornará semelhantes a Cristo, cumprindo assim o propósito de Deus (Rm 8.29)

CONC.: Vimos as características que provam que a nova aliança feita em Cristo é superior em vários aspectos à antiga, pois ela nos faz cartas vivas, gera ousadia e humildade, nos traz vida espiritual e produz maior glória do que a de Moisés, pois nos transforma à imagem de Cristo.

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