Teolatria

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terça-feira, 19 de julho de 2011

A ALEGRIA DE TER UM FILHO SÁBIO (PV 23.24)


Ficamos a imaginar a alegria dos pais de pessoas como Rui Barbosa, o orgulho que devem ter tido os pais de Blaise Pascal, Einsten, entre outros gênios que viveram e ainda vivem entre nós. Mentes brilhantes, homens e mulheres extraordinários, que causavam o maior gabo a seus pais, parentes e amigos...

Há muitos homens e mulheres que, apesar de viverem no anonimato, também são gênios. São honestos, trabalhadores, fiéis em tudo, inteligentes, humildes, amigos e muitas outras características que poderiam ser multiplicadas para explicar a intensa alegria que tais pessoas causam a seus pais.

A princípio, para se ter um filho sábio é preciso aplicar nele a disciplina, o ensinamento correto, o incentivo na hora certa, o exemplo dentro de casa, as privações, o castigo, a amizade e outras coisas essenciais à boa criação.

Mas nem todos os gênios tiveram que dar somente alegria. Sabe-se que o gênio das artes plásticas, Van Gogh, era dependente do álcool. Dizem que Freud foi um pai omisso, um brigão capaz de romper amizades com cooperadores e pesquisadores que o contradiziam. Não é porque tiveram seu nome na galeria dos extraordinários, que significa que eram pessoas dignas.

Em parte, ter filhos sábios vai depender dos pais. É preciso fazer deles o que a Bíblia ensina no meio do lar cristão. Aconselhá-los, fazê-los gostar da sabedoria, orientá-los sobre a loucura da vida desregrada. Por outro lado, ser um filho sábio para alegrar seus pais vai depender deles mesmos, dos filhos. Eles devem ouvir os conselhos paternos, devem entregar seu coração aos caminhos do bom conselho, devem querer fazer seus pais felizes, devem entender o quanto é importante para seus pais que eles se apliquem ao bom caminho, ao invés de ficarem pensando em vingança por causa de um ou dois erros que seus pais cometeram na tentativa de colocá-los nas veredas da vida... esse fator que depende do filho é de maior importância, pois ao seguir o caminho da sabedoria, o filho vai contribuir para que seus pais, ao descerem à sepultura, o façam com o senso de dever cumprido, mesmo errando (quem não erra?).

Filhos que machucam o coração de seus pais são tolos, insensatos. Pensam que se vingarão ao se debandar pelo mundo hostil das drogas, prostituição, roubo. São filhos ridículos, pois além de fazer com que seus pais morram de desgosto, ainda não terão mais oportunidade de reconciliar-se com eles depois que morrerem. Carregarão por toda a vida o peso de ter negado a felicidade a alguém, e não é qualquer alguém, foi a seus próprios pais, que fizeram o máximo para que eles mesmos fossem felizes.

Se pararmos pra pensar, nós erramos com nossos filhos da mesma forma que nossos pais erraram conosco. Ao invés de naquilo em que eles erraram, nós nos corrigirmos, nós repetimos seus erros em nossos filhos e ainda praticamos outros erros injustificáveis. Portanto, cabe aos filhos a responsabilidade de submeter-se aos ensinos de seus pais para que possam dar-lhes a alegria de terem um filho sábio. Talvez não famoso, mas sábio.

Dia tes písteos.

Pr. Cleilson

2 comentários:

  1. Tenho 26 anos, mas já sou pai de trës meninos.Sei da responsabilidade e dificuldade que é criar os filhos no caminho certo.Peço muito a Deus que sempre conceda a mim e minha esposa a sabedoria para amá-los e discipliná-los da forma correta e bíblica.

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  2. Louvo a Deus pelos meus pais, minha mãe uma benção, meu pai(in memorian), com certeza não sou uma mente brilhante, mas sou o que sou hoje graças ao ensinamento que recebi deles, e com certeza posso dizer que fui orgulho para meu pai, e sou para minha mãe. Tenho 36 anos e dois filhos, estou aplicando a eles o que aprendi com meus pais, e possíveis erros que tiveram procuro não repeti-los, para que meus filhos sejam felizes como eu sou hoje.Que Deus abençoê os pais e os filhos.

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