Teolatria

No Teolatria você encontra diversos estudos bíblicos em slides (power point) para baixar, além de muitas pregações, sermões expositivos, textuais, temáticos em mp3, dos pregadores da IMVC - Vilhena/RO: Pr. Cleilson, Pb. João, Pb. Lorival, Pb. Alex, Pb. Wesllen Ferreira, Dc. Rodrigo Tafarel, Dc. George Michael, irmã Clair Ivete e pregadores convidados. Para ouvir os sermões em alta qualidade, peça seu cd por e-mail especificando seus dados para recebimento e qual mensagem você deseja adquirir: prcleilson@hotmail.com

domingo, 25 de setembro de 2016

PREGAÇÃO EXPOSITIVA - EFÉSIOS 6.9

Paz a todos.

Esta é a parte final da exposição em Ef 5.1 - 6.9, sob o tema: "Como andam os imitadores de Deus".

Nesta última parte eu falo sobre como procedem os senhores (patrões, empregadores, empresários, etc.) cheios do Espírito Santo.

Segue o vídeo abaixo, que também pode ser acessado no youtube, mas se você deseja baixar o áudio, clique aqui.




Dia tes písteos.

Pr. Cleilson

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

9º ANIVERSÁRIO DO GRUPO FEMININO IMVC - TEMA: CHAMADAS PELO NOME



Paz e graça.

Disponível as 3 pregações feitas no 9º aniversário da UFEMVOC (União Feminina Mulheres Voltadas para Cristo), na IMVC - Vilhena/RO.

Clique aqui e você terá acesso aos 3 sermões pregados.

Dia tes písteos.

Pr. Cleilson

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

MALDIÇÃO HEREDITÁRIA OU “NENHUMA CONDENAÇÃO HÁ”?

Resultado de imagem para morte

Os defensores da maldição hereditária geralmente citam o texto de Êxodo 20.5, que diz: “... porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem”. Os opositores a essa teoria citam Romanos 8.1: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. Porém, tanto um quanto o outro não estão sendo honestos com o significado do texto. O segundo mandamento em Êxodo, que proíbe a idolatria, diz que quem visita a iniquidade dos pais nos filhos é Deus e não o diabo. Já em Romanos, Paulo trata da condenação do inferno e não de algum tipo de visitação de Deus na família de alguém.

Se, por um lado, é Deus quem visita a iniquidade dos pais nos filhos (e se é isso que é maldição hereditária), então ninguém pode quebrar isso, pois não há ninguém maior que Deus que tenha poder para desfazer o que Ele faz. Isso é o "bê-á-bá" cristão. Por outro lado, afirmar com o apóstolo Paulo em Romanos que não há condenação para quem está em Cristo Jesus, não significa que não sejamos alvo da perseguição maligna.

Alguém que crê no ensino da maldição poderia questionar que há evidências de pessoas que sofrem com o vício do alcoolismo, por exemplo, porque seu pai era também um alcoólatra e atribuir isso ao “demônio do álcool” que amaldiçoava o pai e que agora está amaldiçoando o filho também bêbado. Todavia, isto pode ser respondido de duas maneiras. Ou este jovem teve uma influência familiar na sua criação e reproduz isto como resultado do aprendizado que obteve de seu pai (o que é muito mais provável), ou então, se de fato a origem desse problema é de ordem maligna, este espírito maligno persegue o filho pelas mesmas vias que perseguia o pai. Mas a visitação de Deus é algo diferente disso. A visitação de Deus numa família que odeia a Deus vai muito além de apenas repetir um problema de escravidão espiritual de pai pra filho. Visitar tem o sentido de punir.

Quanto aos defensores do texto de Romanos, a maioria ignora o fato de que realmente há casos em que espíritos malignos perseguem por gerações muitas famílias, escravizando-as em vários sentidos, como testemunham os missionários, principalmente os que evangelizam tribos animistas e não civilizadas, afirmando que há todo tipo de escravidão espiritual por parte dos demônios sobre muitas e muitas gerações daqueles povos. O que Romanos 8 diz é que não há condenação (do inferno) para os que estão em Cristo Jesus. Nada ele diz acerca desse tipo de perseguição maligna que acontece na vida de pessoas inclusive crentes. Obviamente quando alguém crê em Cristo e O recebe, o diabo não tem poder sobre sua vida (1Jo 5.18), não pode sequer acusá-lo de pecado algum (Rm 8.31-33) nem tem poder para amaldiçoá-lo, pois não estamos sujeitos aos encantamentos malignos. Mas não podemos negar em hipótese alguma que, mesmo nos tornando crentes em Cristo, ainda estamos sujeitos a perseguições malignas. O próprio Paulo é um exemplo disso, como ele mesmo testemunha que foi-lhe dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para esbofeteá-lo (2Co 12.7). Embora haja muita discussão sobre a natureza deste “espinho”, não se pode negar sua origem (Deus) e quem era (um mensageiro [anjo] maligno). O crente não está isento das perseguições malignas em várias espécies.

Claro que não existe maldição hereditária, mas existe perseguição maligna e enorme influência doméstica exercida sobre os filhos. Voltando ao exemplo do filho alcoólatra que foi criado por um pai com este mesmo vício. Se esse jovem vem a Cristo pela fé, uma coisa já está resolvida pra ele: ninguém mais pode condená-lo! Ele é justificado pela fé em Cristo (Rm 5.1). Deus o declara justo e nem o diabo e seus demônios, nem homens, nem a própria consciência dele poderá acusá-lo diante daquele que o justificou! Sua sentença é irrevogável. Todavia, este jovem sofrerá severamente no processo de sua santificação. Tanto ele será perseguido por espíritos malignos para dissuadi-lo do evangelho, como também será tentado de dentro para fora, uma vez que terá que lutar contra sua velha natureza acerca do maior desejo pecaminoso de sua carne, a bebida!

Finalizo, deixando uma pastoral para os irmãos: Paulo nos diz que os irmãos fortes devem suportar as debilidades dos fracos e não serem egoístas (Rm 15.1). Qualquer caso parecido com este exemplo acima, deveria ser visto pela igreja como um desafio que nos dá a oportunidade de revelarmos que somos verdadeiramente a família espiritual daquela pessoa! Não de chamarmos este irmão para uma campanha de libertação, embora devamos orar sim por sua firmeza espiritual e juntos ordenarmos às forças malignas que o perseguem que se afastem, ainda que Deus é quem decide se vai tirar isso ou não (afinal, como dizia Lutero, o diabo é o diabo de Deus – isto é, Deus usa o diabo). Mas a igreja deveria ajudá-lo orientando-o sobre a luta da carne contra o espírito, estimulando-o às práticas devocionais, falando sobre os meios da graça, inserindo-o na comunhão entre os irmãos, enfim, mostrando que as forças do pecado não prevalecem finalmente sobre a nova criatura, mas que isso não deve nos relaxar e sim nos fortalecer num embate espiritual contra nossa natureza adâmica e em guerra renhida contra nosso inimigo espiritual. Assim estaremos corretos com o texto de Romanos, mostrando para essa pessoa que ele não está debaixo de condenação alguma e, ao mesmo tempo, estaremos corretos com o texto de Êxodo, que finaliza o segundo mandamento assim: “e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos (Êx 20.6).

Dia tēs písteōs


Pr. Cleilson

terça-feira, 13 de setembro de 2016

PREGAÇÃO EXPOSITIVA - EFÉSIOS 6.5-8

Acerca dos escravos (servos e empregados hoje), o apóstolo Paulo escreve: "Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens, certos de que cada um, se fizer alguma coisa boa, receberá isso outra vez do Senhor, quer seja servo, quer livre".

Clique aqui e baixe este sermão, onde exponho o significado exegético de cada um destes termos, faço comparação entre os termos usados nestes versículos com o mandamento de amar a Deus de todo "coração, alma e entendimento", concluindo que os cristãos trabalham para Deus em última análise e não para homens.

Dia tes písteos.

Pr. Cleilson

domingo, 11 de setembro de 2016

PREGAÇÃO EXPOSITIVA - EFÉSIOS 6.5

A paz a todos.

Neste sermão, eu falo sobre o Cristianismo e a escravidão. É apenas a primeira parte do que Paulo diz sobre o mandamento para os escravos. Ainda virá a segunda parte, onde entro de fato na questão do mandamento. Por ora, fico apenas em uma exposição sobre o problema da escravidão na humanidade e a posição da Bíblia, em especial o Cristianismo a esse respeito.

No final, mais uma vez eu deixo uma palavra para os defensores da Missão Integral.

Clique aqui e baixe este sermão.

Dia tes písteos.

Pr. Cleilson

sábado, 10 de setembro de 2016

PREGAÇÃO EXPOSITIVA - EFÉSIOS 6.4B

Paz a todos meus queridos.

Estamos fazendo um teste em publicar vídeos que gravamos nas nossas pregações.

Neste sermão, eu continuo a exposição de Ef 6.4. A mensagem sobre os pais, que não devem provocar seus filhos à ira, mas criá-los na disciplina e admoestação do Senhor.

O vídeo está abaixo, mas se você quiser baixar o áudio, clique aqui.




Dia tes písteos.

Pr. Cleilson

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

COMENTÁRIO EXPOSITIVO - EFÉSIOS 6.4 PARTE A

Meus queridos irmãos, por alguma falha, não houve a gravação em áudio da nossa pregação de Ef 6.4a, que diz: "E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira".

Então, vou disponibilizar o meu comentário acerca desta parte do versículo. Talvez em outra oportunidade, eu venha pregá-la novamente e então possibilite a gravação. Segue abaixo meu comentário exegético.

1. “E os pais, não irriteis os filhos vossos...” (6.4). Assim está no texto grego.

a) O cristianismo é realmente impressionante. Ele não deixa por menos quando o assunto é ordenar e instruir aos que também são autoridade. Não é porque os pais são autoridade sobre seus filhos que eles também não tenham algo a aprender. Isso mostra que somente Deus é autoridade absoluta. Todos os que foram investidos de autoridade, o foram sob delegação divina e, por isso são obrigados a exercê-la de modo coerente e adequado aos ditames de Quem a delegou. Vejamos então, pais cheios do Espírito Santo.

b) Primeira coisa que deveríamos entender sobre este versículo (que na nossa tradução para o português não nos permite diferenciar), é que a palavra “pais” aqui não é a mesma usada no v. 1. Ali é usada a palavra generalizada para pais, isto é, pai e mãe; aqui, todavia, a palavra se refere aos homens, à paternidade, embora seja óbvio que as mães não estão livres para atormentar seus filhos na irritação. A questão é mais profunda do que essa – se tem alguém liberado para atormentar os filhos, isso é naturalmente lógico que nenhum cristão deveria viver irritando quem quer que seja, quanto menos seus próprios filhos. Mas onde o apóstolo quer chegar é que, ao contrário do que se pensa, são os pais, homens que receberam a tarefa de alimentar, nutrir seus filhos e instruí-los na advertência do Senhor. Embora as mães também estejam (e devem estar) engajadas nisso junto com seu marido, todavia, o mandamento aqui é primordialmente para a paternidade.

c) Não irritar os filhos, quer dizer que não devem levantar a sua ira, não devem provocá-los. Há certamente inúmeras maneiras de provocar-se a ira dos filhos. E como o texto fala de disciplina, é exatamente nesse quesito onde se levantam as mais diversas formas de colocarmos nossos filhos irados contra nós. Neste ponto iremos falar primeiro do mandamento negativo “não provoqueis vossos filhos à ira” , para depois falarmos do mandamento positivo “mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor”.

· Uma das maneiras de irritar os filhos com relação à disciplina errada é quando os pais são eles mesmos indisciplinados. Você não pode corrigir seu filho quando estiver irado, pois estamos tratando aqui de crentes cheios do Espírito, lembrem-se disso, e uma das características do fruto do Espírito é o domínio próprio. Corrigir os filhos na ira, com certeza os levará à chateação e ao desânimo, pois uma disciplina aplicada sob o combustível da ira é totalmente injusta.

· Outra maneira de irritar os filhos na disciplina é quando os pais tentam corrigi-los apenas para humilhá-los. Não devemos humilhar ninguém, especialmente nossos filhos.

· Ainda outra coisa que irrita os filhos é quando os pais não querem saber de nenhuma explicação da parte deles na hora de corrigir. Os pais precisam ouvir seus filhos. Obviamente, se houver mentira na sua defesa, eles deverão ser corrigidos pela mentira e também pelo que já iam ser corrigidos. Mas deixar de ouvir a defesa do seu filho é certamente uma maneira de levá-lo à irritação.

Ainda quero citar outra forma de provocar os filhos à ira, que é sem dúvida o não perceber seu desenvolvimento. Há pais que tratam seus filhos já adultos como se fossem crianças. E falando nesse aspecto de disciplina, há pais que tentam corrigir seus filhos já jovens na punição com vara. Isso é tolice, pois a vara na Bíblia é destinada à criança, não ao jovem. Se você não puniu seu filho com a vara quando cedo, depois de certo período será tarde demais, só lhe restando orar por ele, aconselhá-lo, tentar ganhar sua confiança para que ele seja corrigido acreditando em você.


Dia tes písteos.

Pr. Cleilson