“Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo,
e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente
santo que há de nascer será chamado Filho de Deus” (Lc 1.35).
O movimento feminista emergiu a frase “meu corpo, minhas regras” para particularizar o assassinato de bebês ainda no ventre e também para justificar outras condutas rebeldes, imorais e egoístas. A lógica da frase é que quem determina o que tem que acontecer com o corpo da mulher é ela mesma e, no que tange à existência de um ser, uma criança em seu útero que perturba o seu suposto bem-estar, precisa ser eliminada!
É óbvio que esta frase está repleta de contradições e recheada de uma ideologia arrogante e nojenta! O mundo não caminha pelas regras da Escritura, que é a única vontade revelada de Deus. Para não ter que obedecer à Palavra, os ímpios a criticam, esvaziam-na de seu significado e então vivem como se ela não fosse a norma para todos os seres humanos.
Não é de se admirar que o suicídio seja visto com olhos de compaixão pela sociedade, enquanto muitos suicidas são postumamente defendidos e até idolatrados. Afinal, o corpo dele, as regras dele... Junte-se a isso o que os ímpios fazem com seus corpos em termos de cirurgias infinitas, desde a insatisfação com a aparência, até a insatisfação com o próprio sexo.
Mas não foi assim com a serva do Senhor! Maria, a virgem de Nazaré, disse ao anjo Gabriel: “Aqui está a serva do Senhor; que se cumpra em mim conforme a tua palavra” (v. 38)! Deus a escolheu para ser a mãe do Seu Filho! Privilégio incomparável, único e irrepetível, pois foi concedido apenas a uma mulher e jamais nenhuma outra poderá recebê-lo novamente!
Ainda bem que Deus não escolhe errado. Se fosse o caso, Ele passaria pelo vexame absurdo de falar com uma jovem de nossos dias e ouvir dela essa frase tosca, afrontosa e arrogante: “Meu corpo, minhas regras”! E ainda seria apoiada pela sociedade verminosa de nossos dias, que diria a ela que tem razão! “Aborte esse amontoado de massa que está em você”, diriam os defensores do assassinato de crianças! E ali estaria o Salvador do mundo, à mercê de uma hipócrita infanticida!
Mas graças a Deus que não foi assim. O anjo foi a mando de
Deus para uma pequena cidade chamada Nazaré, a uma pequena jovem chamada Maria
e concedeu a ela a honra que qualquer mulher na antiguidade desejava: ser a mãe
do Salvador do mundo! E o que ela disse para o anjo não foi essa frase maligna
de nossos dias. Se ela vivesse em nossos dias, com certeza diria: “Meu corpo,
Tuas regras”!
Día tes písteos.
Pr. Cleilson

Excelente exposição que rico
ResponderExcluirAmém! Glória a Deus...
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