“Dou graças a Deus
por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm 7.25a).
Falhei com Deus quando eu nasci neste mundo. “Em iniquidade fui formado”, diz o salmista Davi (Sl 51.5). Falhei com Deus quando cresci, desejando o pecado, mesmo sem ninguém me ensinar (Sl 58.3). Foram os momentos constantes de pirraça, egoísmo e muitas brigas na infância. Falhei com Deus em minha desobediência para com meus pais, meus professores e desrespeito para com os mais velhos.
Falhei com Deus quando inclinei meu coração e meu corpo aos desejos de minha adolescência e juventude, quando Paulo ordenou: “Foge, também, dos desejos da mocidade” (2Tm 2.22). Falhei com Deus quando não lavei minhas mãos na inocência e não santifiquei meus lábios. Falhei com Deus quando meus pés caminharam para lugares impróprios e meus olhos ficaram parados diante do pecado, quando Davi disse: “Não porei coisa má diante dos meus olhos” (Sl 101.3).
Falhei com Deus quando deixei de fazer o bem, quando Tiago disse: “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não faz comete pecado” (Tg 4.17). Falhei com Deus quando troquei o reino de Deus por coisas passageiras e injustificáveis, quando Jesus disse: “Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça” (Mt 6.33). Falhei com Deus quando não observei a vontade de Deus, quando Paulo disse: “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição” (1Ts 4.3).
Falhei com Deus quando deixei de dar graças por tudo, quando está escrito: “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (1Ts 5.18). Falhei com Deus quando falhei com meu irmão, quando ofendi um filho de Deus, quando não me reconciliei com ele, quando deixei de lhe pedir perdão e perdoá-lo, quando Jesus disse: “Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mt 6.12).
Falhei com Deus quando duvidei de Sua Palavra e confiei em meu próprio braço para resolver meus problemas, quando Jeremias diz: “Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor” (Jr 17.5). Falhei com Deus quando não estendi minha mão para abençoar meu irmão, quando Salomão diz: “Não te furtes a fazer o bem a quem de direito, estando na tua mão o poder de fazê-lo” (Pv 3.27).
Falhei com Deus quando dei lugar à carne, caindo em pecado; lugar ao diabo, permitindo que a vontade dele fosse feita; lugar ao mundo quando raciocinei fora da Palavra de Deus, quando Paulo diz que deveria crucificar minha carne (Gl 5.24), não dar lugar ao diabo (Ef 4.26) e levar cativo meu pensamento à obediência de Cristo (2Co 10.5).
Diante de tantas falhas com Deus desde que nasci, por que
razão eu pensaria que Ele deveria me aceitar? Por que razão eu pensaria que
tenho condições de pagar minha dívida com Ele por minhas obras, sendo que tudo
que faço Lhe ofende? Diante de tantas falhas com Deus, eu só posso me humilhar
e profundamente triste perguntar: “Miserável
homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7.24). Agora
entendo por que preciso de Jesus...
Día tes písteos.
Pr. Cleilson

Miserável homem que sou.
ResponderExcluirSó Jesus para nos livrar deste corpo de morte!
ExcluirO MELHOR DE TODOS
ResponderExcluirNão é assim também 😂
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