“E dizia: O que sai do homem, isso é o que o contamina”
(Mc 7.20).
Nos anos recentes a população mundial se curvou ante uma súbita e devastadora doença. Milhões de vidas ceifadas e muitíssimas outras com sequelas permanentes de uma pandemia que pegou a todos de surpresa. Cientistas e organizações sanitárias se desdobraram para dar as diretrizes de cuidados e as respostas que todos buscaram para tentar reduzir os impactos mortais de tal enfermidade!
Máscaras, luvas, reclusões, higienizações e outros recursos foram nos oferecidos e até mesmo obrigados. Remédios sob suspeita, internações, ventilações, intubações, politicagem, vacinas, lucros, desinformações, brigas, divisões, desespero e coisas muito piores foram as realidades com as quais convivemos neste período tão drástico.
Mas ainda assim, por pior que tenha sido essa doença, ela veio de fora para dentro das pessoas. Ela só podia contaminar o corpo. Mas a verdadeira doença da alma vem de dentro, disse Jesus. Esse vírus entra no homem e pode levá-lo à morte física; mas o pecado brota de dentro do homem e já decretou sua morte espiritual desde que nasceu!
Enquanto a ciência estuda para descobrir a melhor forma de se livrar deste mal terrível que nos acometeu, ela ainda não tem e nem terá a resposta para o pior mal que já acometeu a humanidade. Ela não pode nos dar a verdadeira resposta, porque nunca admitiu a existência desta enfermidade espiritual. Quando não se reconhece uma doença não se tem um remédio.
Mas o diagnóstico do Médico dos médicos é verdadeiro e incontestável. O homem tem um mal incurável dentro de si. Este mal é o pecado e procede de dentro do homem. Ele não adquire isso de outra pessoa fora dele. Ele também não pode providenciar o remédio para esse mal. Está fadado às sequelas derivadas desta doença e elas são: “os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura” (vs. 21,22) e, por fim, a morte (Rm 6.23a).
O único remédio para este mal é o sangue de Jesus. Não é ineficaz como os remédios e as vacinas. Ele é o antídoto perfeito, completo e definitivo para o mal do pecado. Sua eficácia está explicada pelo profeta: “Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si... Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades” (Is 53.4a,5a).
Certamente, ainda há sequelas desta doença espiritual em nós, visto que ainda estamos no corpo de morte. Mas o vírus do pecado já está morto, ele não pode mais afetar aquele que foi vacinado pelo sangue de Jesus. Com certeza ainda iremos morrer fisicamente, mas nossa cura está tão garantida, que herdaremos a vida eterna sem nenhum mal nos atingir, sem nenhuma relação com o mal do pecado.
O sangue de Jesus é poderoso para curar todas as pessoas do
mundo desse patógeno do pecado. Mas só vai realizar a cura naquele que nEle
crê. O vírus que nos atingiu, em breve será derrotado e mal nenhum fará mais.
Porém, o mal do pecado resulta na morte eterna e só a fé no Filho de Deus
poderá lhe conceder o remédio final.
Día tes písteos.
Pr. Cleilson

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