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sábado, 16 de fevereiro de 2013

A GRIFE DO SANTO



Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo (1Pe 1.16)

Por: Mário Gardini

Gostamos de boas roupas, bons sapatos, afinal darão os contornos de nossa aparência.

Avaliamos a boa costura e um bom acabamento nas roupas e nos sapatos, mas a marca nos atrai.

Ao vermos um “santo” de carne e osso e ainda um “vivente” entre nós, o que chama a nossa atenção?

Santo é uma pessoa “separada”, um devoto às coisas sagradas. Mas o que o identifica genuinamente santo?

Devo dizer que o santo tem roupagens lindas e admiráveis. Sua aparência é um atrativo para os olhos que o veem.

Há o santo de “pau oco”, lindo por fora, mas vazio por dentro.

Há o santo de “Deus”, cheio da graça do Evangelho por dentro. A sua grife é a dependência da misericórdia de Deus. Sua conduta tem como fonte a transformação do Evangelho no coração.

O santo não apregoa a “sua” santidade. Ele a vive e todos percebem. Não faz cara feia ou muda as barganhas do rosto quando jejua ou ora. Diz a Bíblia: “E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareçam que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão” (Mt 6.16).

Sua devoção é no íntimo, entre ele e Deus. Não almeja trombetas quando passa e nem busca “estardalhaço” pela santidade vivida.

O santo é um separado, mas ao mesmo tempo se mistura com todo o tipo de pessoa e não tem desconfortos quando o veem no meio de gente desprezada pelos padrões morais da sociedade e os valores espirituais da igreja. A Palavra diz: “E fez-lhe Levi um grande banquete em sua casa; e havia ali uma multidão de publicanos e outros que estavam com eles à mesa. E os escribas deles, e os fariseus, murmuravam contra os seus discípulos, dizendo: Por que comeis e bebeis com publicanos e pecadores? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Não necessitam de médico os que estão sãos, mas, sim, os que estão enfermos; Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores, ao arrependimento” (Lc 5.29-32).

O santo não vive justificando suas atitudes. Teme a Deus que o justificou, e sua vida, em si, é uma marca ou uma grife divina.

Santo pode cantar na igreja, ler a Bíblia, orar, jejuar e seguir os oráculos divinos. Mas tais atitudes não são vernizes ou tapumes para esconder a falsidade interior. São reflexos do comportamento de um santo real, nascido de novo e transformado pela graça de Deus. A grife do santo é a sua dependência total da graça e misericórdia de Deus, que o transformou genuinamente em SANTO.


Mário Gardini é escritor
e novo colaborador dos
artigos do Teolatria

3 comentários:

  1. Glória a Deus!Seja bem-vindo irmão Gardini e deixe o Senhor usá-lo,pois foi Ele mesmo quem lhe deu esse talento.Porque Dele e por Ele e para Ele são todas as coisas! Pr.Joel de BH/MG. Rev. Cleilson estou chegando aí,me aguarde!!!!!!

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  2. e verdade a gloria seja dados a DEUS cabe a nos refletir se que maneiro estamos servindo a DEUS SERA QUE NOS ESTAMOS ROUBANDO A GLORIA DEUS, MESMO NOS TEMOS QUE NOS SER DEPENDENTE DA MISERICÓDIA DE DEUS realmente nos sem cristo somos um miserável pecador mais em cristo somos perfeito mais na cabe nos roubar a gloria de DEUS que a gloria e dele ele naõ divide gloria com minguem

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  3. Olá, Pr. Joel. Que prazer tê-lo comentando em nosso espaço. Estamos aguardando ansiosamente.

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